Era sempre o mesmo sonho. O portão abrindo, a casa ao fundo, as flores, as árvores, as folhas no chão... destaque para as folhas secas no chão. Caminhava mais lentamente, só para ouvir o estalo das folhas.
O sorriso era um gesto incontrolável. E controlar vontades pra que?
Sentado no mesmo lugar, ele a observa subir os degraus, vagarosamente, até a varanda.
Ela usa um vestido leve e de cores sóbrias. Ele esboça um sorriso no canto dos lábios, usando de todo o seu charme habitual. Levanta e a encontra num demorado abraço...
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